Brog do Bru . No!! * Esse blog já foi muita coisa. Hoje é só espaço onde coloco coisas que acho legais, com meia dúzia de ideias perdidas no meio.
14 de julho de 2011
Promoção
Aquilo já vinha há muito incomodando Zz, que por fim resolveu se insurgir e perguntou:
- Betinho, por que você não vai ao banheiro?
Passaram-se alguns segundos até que a resposta viesse de encontro aos ouvidos de Zz. Eis que Betinho retrucou:
- Se eu quiser cagar, eu vou, levanto e cago. Se eu quiser peidar, eu fico e peido.
Foram-se vários anos até que Zz finalmente entendesse a densidade do ensinamento que seu tio lhe dera aquele dia.
Finalmente veio o dia em que ele incorporou ao repertório de posturas profissionais. A discussão estava acirradíssima acerca da criação de um novo canal de comunicação da empresa, facultativo, para agilizar a execução de alguns procedimentos específicos.
Era óbvio que aquilo era desnecessário. Era óbvio que aderiam apenas os que quisessem e era óbvio que os que aderissem iriam só tinham benefícios a tirar do novo canal. Mas todos continuavam a discutir o porque de tudo aquilo.
Zulmar simplesmente se levantou e falou:
- Quem quiser faz. Quem não quiser, não faz.
Surpreendeu-se meses depois com o fato de que foram os peidos de seu falecido e gordo tio que restaram por lhe render a tão almejada promoção no serviço.
22 de junho de 2011
7 de junho de 2011
Pátria amada desimportante.
* Zezé é um personagem que mora nas minhas gavetas há muito tempo. Tanto tempo que chega a ser admirável o fato de ainda não ter sido completamente devorado pelas traças. O nome dele de verdade é Zulmar Zaravalho. Mas tem quem o chame de ZZ, ou Zezê. Outros, de Zezé. A diferença entre um e outro aparece por aqui qualquer dia desses.
6 de junho de 2011
3 de junho de 2011
4 de maio de 2011
Coloretto Card Game
Há um tempo postei aqui no blog (ou no Buzz – não me lembro) a notícia de que a empresa nacional Grow iria publicar jogo aqui no Brasil.
Pois bem, publicou e, para prestigiar, comprei umas cópias para dar de presente e dar uma olhada na qualidade do produto. O que eu achei?
Bom, sem rodeios: a qualidade das cartas é XEXELENTA! Horrível mesmo. Absolutamente decepcionante! Ao invés de investirem em cartas plastificadas, ou com gramatura mais grossa, optaram por um papel cartonado fininho. A impressão ficou tosca. Tão tosca que até parece feita em impressora jato de tinta.
A meu ver, perderam a chance de conquistar um nicho de mercado e público correspondente. Mesmo que a melhor qualidade do produto implicasse custo um pouco mais salgado (O jogo custa, em média, R$ 15,00. Creio que poderiam tranquilamente ter feito algo de qualidade comparada ao carteado COPAG por cerca de 30 reais).
O jogo em si é muito divertido. Tenso e com decisões complicadas o tempo todo. Muito bom! Tão bom que acho que não merecia ter tido uma edição tratada, a meu ver, com tanto mau-caso como esta.

